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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

50 melhores restaurantes latino-americanos!

Saiu ontem a lista 'Latin America's 50 Best Restaurants', primeira edição do prêmio para restaurantes latino-americanos. A cerimônia foi em Lima, no Peru. A lista completa pode ser vista aqui no site oficial. Mas coloquei os top 10 aqui e todos os brasileiros! #orgulho

1. Astrid y Gastón (Peru)
2. D.O.M. (Brasil)
3. Pujol (México)
4. Central (Peru)
5. Maní (Brasil)
6. Biko (México)
7. Malabar (Peru)
8. Boragó (Chile)
9. Tegui (Argentina)
10. Roberta Sudbrack (Brasil)

16. Mocotó (Brasil)
23. Fasano (Brasil)
32. Attimo (Brasil)
35. Olympe (Brasil)
38. Remanso du Bosque (Brasil)
41. Epice (Brasil)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os 50 melhores do mundo

Saiu! A Restaurant Magazine divulgou segunda-feira, 30 de abril, a lista dos melhores restaurantes do mundo. Nosso brasileiríssimo DOM subiu 3 posições e agora ocupa o 4º lugar. Parabéns Atala e equipe. Agora é mais responsa, é continuar levando a cara e o gosto do nosso País para o mundo todo.
Print-screen com foto do Atala, do site 'The World's 50 Best Restaurant'

E tem mais: Maní subiu 23 posições e está em 51º lugar, e Roberta Sudbrack entrou na lista, em 71º. No site www.theworlds50best.com você encontra a lista toda.

terça-feira, 19 de abril de 2011

World’s 50 Best Restaurants

Saiu ontem a lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, ranking publicado pela revista britânica Restaurant desde 2002. O D.O.M., de Alex Atala, subiu mais posições e agora ocupa o lugar - em 2010, era o 18º, em 2009, 24º.
Atala, chef do 7º melhor restaurante do mundo (divulgação)
Foi uma rápida subida - contestada por alguns. Choveram comentários no facebook e no twitter sobre a posição do restaurante e a seriedade ou consistência do prêmio. Nenhum ranking ou categorização deve ser seguido cegamente; obviamente nem todos critérios são absolutamente racionais. De qualquer forma, é ótimo para o Brasil, não? Atala faz um trabalho de divulgação do País e de nossos ingredientes como ninguém. Ser o único restaurante brasileiro na lista dos 50 melhores é uma honra.
Astrid y Gastón, em Lima - Peru: 42º melhor do mundo

Bacana também a aparição do Fasano em 59º e a subida do Maní, atualmente o 74º. Outra novidade é a estreia do Astrid y Gastón, na 42ª posição, do chef peruano Gastón Acurio - considerado o grande responsável pela divulgação da cozinha de seu país, ele tem 42 restaurantes pelo mundo. Badalada, a unidade do Astrid y Gastón de Lima é programa certo para quem visita o Peru: jantei lá ano passado, qualquer dia conto.
Aqui está o ranking do 51º ao 100º.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Millesime São Paulo

Alguns amigos costumam me dizer que tenho o melhor emprego do mundo. Como repórter da Wish, realmente tenho oportunidades inacreditáveis. Ontem foi um dia dos memoráveis: fui cobrir o Millesime, evento que acontece há quatro anos em Madri e chegou, enfim, a São Paulo.
Workshop de Alex Atala, que fez pratos que serve no DOM
Participei da parte da manhã do evento (à noite são só jantares): assisti aulas de Helena Rizzo, do Maní, do Alex Atala, nem preciso apresentar, e do José Barattino, do Emiliano. Helena, apesar de problemas técnicos com um cooktop manteve o bom humor e com aquele sotaque gostoso ensinou uma releitura da salada Waldorf.
Atala me surpreendeu: apesar de famoso mundialmente, dono do 18º melhor restaurante do mundo, o cara é total simpatia e sem afetação. Busca os melhores ingredientes, estuda formas de preparo e trabalha muiiito até chegar ao resultado que quer. Determinado demais; foi uma honra conhecê-lo!
A última aula foi ministrada pelo Barattino, do Emiliano, provavelmente o chef mais sustentável do Brasil. Se tem um cara que pesquisa ingredientes, vai atrás de fornecedores cada vez melhores, valoriza muito o orgânico, é ele. Fez - e nos serviu - um nhoque de milho simples e sensacional. To louca pra provar outros pratos dele.
José Barattino, chef do Emiliano
Encontrei também com o Rodrigo Oliveira, do Mocotó (escrevi sobre aqui e tem um perfil do chef aqui), sempre gentil e querido; conheci Raphael Despirite, do Marcel, e Bel Coelho, do Dui. Os três dividem um estande chamado "Jovens Mestres" e mostram aos visitantes e chefs espanhóis o trabalho de uma nova e promissora geração da gastronomia brasileira.
Pude provar, da Bel, sagu de vinho do Porto com espuma de brandade de bacalhau, quadradinho de mandioquinha com maracujá com farofa de aviú (camarão do norte), e risoto de paio com fava e couve crocante, de um sotaque português maravilhoso.

O Raphael estava servindo mini lula salteada com nirá e molho ponzo, um creme de mussarela de búfala com compota de cupuaçu e farofa (uma combinação especial), e língua de boi defumada com pipoca de alcaparra. Fiquei com certo preconceito, mas lembrei do Homem que Comeu de Tudo e mandei bala: a língua é ótima, leve, uma textura maravilhosa, super saborosa.
Rodrigo Oliveira, do Mocotó, sempre gentil e querido
O Rodrigo fez quadradinho de tapioca com quejo coalho e molho de pimenta, delícia que ele serve no restaurante, e um purêzinho de batata com tutano, servido com pedacinhos de carne de sol e bolinhas crocantes de tapioca.

Voltei para a redação com a alma satisfeita: a comida, sim, é mais que maravilhosa, é um espetáculo de cores, sabores, aromas, texturas. Mas poder encontrar, ouvir e aprender com essas pessoas tão dedicadas, que amam sua profissão, é revigorante. E alimenta.

www.millesimesaopaulo.com
obs. Fotos divulgação/Waldemir Filetti