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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Café da manhã especial

Até o dia 16 de agosto rola em São Paulo e no Rio de Janeiro o Morning Experience by Nespresso - no link você confere os lugares e as fotos dos 'combos', que levam sempre uma bebida feita com café Nespresso, e custam R$ 30 cada.


Beira Mar - RJ

Le Vin - SP

Marie Madeleine - SP

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Julice: pães alemães

Ai, tá tão difícil conseguir postar tudo na data que eu gostaria... Perdoem a demora! Fui convidada para provar, em primeira mão, as novas criações da Julice Vaz, responsável pela Julice Boulangère. Ela fez uma viagem pela Alemanha e se encantou por receitas de lá — daí fez um curso, voltou para o Brasil e começou a bateria de testes e adaptações para incluir novidades no seu menu.
Pretzel: tem de gergelim ou sal grosso
Honestamente, não dá pra dizer qual é o mais gostoso. Tem pretzel, pão de cranberry, de centeio, um com sementes de abóbora que é uma coisa, um de pimenta-do-reino sensacional, stollen (aquele tradicional com frutas, perfeito para o Natal!) e german cake, um pão com creme de cream cheese e amêndoas que é de comer rezando.
German cake: massa de pão, cream chesse, amêndoas
As novidades já estão disponíveis, mas não é todo dia que você encontra todas as opções. Isso porque hoje são mais de 60 tipos de pães... E não tem como produzir todos diariamente!
Stollen: sob encomenda, perfeito para o Natal
Daí, aproveitei o ensejo e fui no feriado do dia 2 levar meus pais para conhecer a tão famosa padaria e tomar café da manhã. Tudo impecável! Impressionante como, depois de uns problemas de serviço, eles conseguiram corrigir rapidamente e melhorar! Estão de parabéns! Na saída, fui levar um estoque pra casa — dá para congelar os pães para durar mais! Quando for comer, pegue a fatia e leve ao forno, fica ótimo! Olhei, olhei... cadê as novidades? Perguntei pra simpaticíssima atendente e ela buscou lá dentro uma fatia de german cake pra mim! Aproveitei pra provar também o brioche de goiabada — eles sempre postam umas fotos lindas de dar água na boca — e amei! Leve, uma delícia pra acompanhar um cafezinho... 
Ah, e eles abrem aos feriados! Taí um bom programa para quem fica em SP!

Moinho de grãos que Julice trouxe de viagem

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Vídeo: padarias artesanais


Vale assistir a esse episódio do programa Mundo S/A, da Globo News, sobre padarias artesanais em São Paulo (e um pouco pelo Rio). Não consegui indexar o vídeo, mas o link é este aqui.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Novas baguetes na Marie-Madeleine

divulgacao
A boulangerie Marie-Madeleine - vencedora da categoria melhor padaria pelo prêmio Comer & Beber 2011/2012 da Veja São Paulo - lançou uma série especial de baguetes para o inverno. São quatro sabores, vendidos apenas às sextas-feiras, sábados e domingos: milho, carne seca, provolone e amêndoas.
Destaque total para a de carne seca, super aromática e saborosa. Vou buscar a minha este fim de semana.
R. Afonso Bráz, 511, tel. 11 2387 0019

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pain de France: nunca mais

No jornalismo, há duas vertentes: uma que diz que temos muito pouco espaço para falar de qualquer coisa e, portanto, nosso leitor só merece ler sobre algo que valha a pena, que ele deva conhecer/ir/ver/etc. A outra acha que a crítica é importante tanto para o bem quanto para o mal. Eu sempre priorizo, aqui no Menu, falar do que é bom - seja pela comida, pelo atendimento, pelo lugar, enfim. Mas, nesse caso, eu não posso deixar de criticar.
#fail
Fui tomar café na Pain de France (Pinheiros) dia 22/6 (sexta-feira) e cheguei por volta das 10h40. Entrei no lugar e... ninguém. Esperei quase 5 minutos até uma atendente aparecer. Pedi dois cafés com leite, um croissant de queijo e um folhado de peito de peru. Ela esquentou os salgados, mas mesmo assim não deu para enganar muito. Murchos e com pouco recheio, pareciam velhos. Nem o café com leite salvou. Fui pagar: R$24.
Pedi a nota fiscal e a resposta veio seca e rápida - "Não temos". Oi? Eu não sou advogada, mas até onde sei é ilegal um estabelecimento não ter NF... (me ajudem, homens da lei). Ela disse que estava sem sistema, eu reforcei que queria a nota, ela foi chamar a gerente. Existe nota de papel para esses momentos sem sistema, né? Esperei. Mais quase 5 minutos e a menina apareceu, impaciente: "É você a cliente que quer a nota fiscal?" Minha vontade era responder "eu sou a cliente que tem o direito à nota"... rs... O "máximo" que ela podia fazer por mim era dar um recibo, papel que o comprovante de cartão já cumpre... Declinei e fui embora com a certeza de que NUNCA mais volto lá.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

TEDx Campos - Alimentação do Futuro: um resumo

Qual o futuro da alimentação? Foi para estimular reflexões - e ações - sobre este tema, e não responder à pergunta, que rolou o TEDx Campos neste sábado, dia 23 de junho, em Campos do Jordão. Foram escolhidos 14 palestrantes que puderam contar suas histórias, compartilhar pesquisas e ideias, defender princípios, instigar soluções.
Vale lembrar também que apenas 100 participantes foram escolhidos dentre centenas de inscrições - e devemos nos orgulhar disso. De algum jeito (e descobriremos qual), quem estava lá tem uma responsabilidade de passar para a frente a reflexão sobre o nosso futuro e o futuro da nossa alimentação.
Fiz um resumão de cada palestra. Em breve, os vídeos estarão disponíveis e volto aqui para atualizar.


Alex Atala
O chef foi o primeiro. Como disse Carlos Bertolazzi, chef e apresentador do evento, é quase como começar o show do Pink Floyd com "Another Brick in the Wall". Atala é, atualmente, must have em entrevistas, matérias, vídeos, eventos... Honestamente, o achei cansado. Participei de uma aula dele no Millesime, ano passado, e ele contou tão animado a história da "descoberta" da priprioca... Teria sido um caso bacana para um TED. O chef falou da interpretação cultural dos sabores, que é preciso usar os ingredientes por inteiro, até o fim, e que, tão importante quanto preservar "mares, rios e florestas, é preciso conservar gente". A cultura está nas pessoas.


Romeu Mattos Leite
De família de agricultores e criador da Vila Yamaguishi, lembrou a importância da valorização do agricultor. Ninguém nunca para para pensar o que acontece se os pequenos agricultores decidem abandonar a profissão, né? Pois então. Ele defende o orgulho da classe, a valorização, e que chefs e pessoas comuns possam conhecê-los mais de perto. Também lembrou que o uso de agrotóxicos cresceu 93% no mundo e 190% no Brasil - tá péssimo em qualquer lugar, mas aqui tá pior.


Teresa Corção
Proprietária do restaurante O Navegador, no Rio de Janeiro, é fundadora e presidente do Instituto Maniva, que utiliza a gastronomia como instrumento de transformação social. Ela lembrou o trabalho de valorização e disseminação da mandioca, antes "comida de pobre", ingrediente tão importante na culinária e cultura brasileira. "Cozinhar é um ato político".

Ana Branco
Adepta da alimentação viva, há 20 anos ela só consome alimentos naturais crus, frescos e secos (hidratados). Segundo ela, o cozimento mata os ingredientes e se alimentar de produtos recém-colhidos é uma forma de se atualizar com as últimas informações que o Sol enviou para a Terra. No fim, Ana fez no palco um suco verde.

Bruno Cabral
Chef de cozinha e "traficante de queijos artesanais", em suas próprias palavras, é também criador do site Mestre Queijeiro. Seu trabalho é pesquisar, ensinar e difundir conhecimento sobre os queijos brasileiros - e quem sabe conseguir mudar a lei que proíbe o consumo de queijo mineiro de leite cru fora de Minas Gerais. "O estômago do mineiro é diferente do estômago do paulista, do carioca, do baiano?". Fica a questão.

Julice Vaz
A Julice arrasa! Nos pães e no palco. A "padeira" relembrou a história de sua profissão e falou sobre o artesanal x industrial. "O futuro será artesanal-industrial", diz a chef que faz seus pães com fermento natural de 90 anos, mas conta com a tecnologia de fornos com temperatura e vapor controlados. Mas a grande mensagem deixada foi: "Vale a pena viver freneticamente sete dias por semana?" Julice não abre aos domingos - e sabe que deixa de ganhar mais dinheiro por isso, mas está bem com a decisão.

Sandro Dias
Historiador, filósofo, professor de história da gastronomia e tópicos contemporâneos do 
Senac (Águas de São Pedro), falou sobre como o "comer bem" mudou ao longo do tempo e os alimentos foram ganhando importância social. Voltar ao passado é sempre importante para entender e imaginar o futuro. "Saber agricultura é ter liberdade".


Cecília Sanada
Engraçadíssima, a palestrante entrou no palco com Cazé, sua muda de café. Gerente de qualidade do Octávio Café, contou sua história - de cabeleireira a barista. "Café é o prazer do momento". "O barista não precisa ser rápido, ele precisa extrair o melhor do café para você".

Paulo Roberto Al-Assal
Fundador da agência de tendências Voltage e diretor da ONG Fuck Cancer, fez quase um resumo dos outros palestrantes: somos 7 bilhões de pessoas de planeta, os casos de câncer e obesidade só crescem, não temos tempo para nada. O excesso (de informações, conexões, necessidades e urgências) nos faz buscar a praticidade - um pouco de conforto em meio ao caos. Daí (quem nunca?) chegar em casa e comer um congelado é mais que normal. Mas não deveria ser. O futuro? "Orgânico e ético". Cozinhar em casa, também. E (amei): revolução rurbana. Queremos a calma, a tranquilidade e a proximidade com as pessoas do campo, mas dentro das grandes cidades.

Mônica Rangel
A chef não se conformou com a história das estrelas nos hotéis brasileiros. Para se chegar a 5, é preciso ter um restaurante de cozinha internacional. Internacional? Foi para mudar isso que ela criou o Movimento Brasil à Mesa e está, com outros chefs, trabalhando ao lado da Embratur e do Ministério do Turismo para valorizar, resgatar e difundir a gastronomia brasileira.

Deborah Kesten
A nutricionista e pesquisadora começou com as informações que cansamos de saber: a obesidade só cresce, no mundo e no Brasil. Lembrou as razões do "comer demais" (overeat): comemos no trânsito, na frente do computador/tv, sozinhos, com pressa. E, de acordo com uma pesquisa, deu soluções: respeitar o ritual do preparo e do consumo, comer (bem) acompanhado, com calma e prazer. Comida é amor, concluímos.

Frans Kampers
O doutor em Física e diretor da BioNT (Centro de Biotecnologia para alimentos e inovação em saúde) foi um tanto na contramão dos outros palestrantes. Se o coro era por tempo, alimentação mais natural e saudável, retorno à terra, ele defendeu que comemos o suficiente - mas muito pouco nutriente. Seria a solução, então, incluir, através da nanotecnologia, nutrientes em alimentos "vazios" e seguir com o fast food? Ou seria a tecnologia uma aliada no combate à fome?

Biel Baum
Aos 5 anos de idade, ele fez a mãe prometer que não comeriam mais carne. Hoje, aos 10, ele comanda o programa Arte na Cozinha (Chef TV) e ensina receitas saudáveis a crianças. O menino contou a história de quando foi levar seu diário gastronômico para o chef Jamie Oliver, na Inglaterra, e também explicou as razões de sua opção por não comer carne. O discurso podia ter sido menos ensaiado - ele ficou todo atrapalhado com microfone, apresentação de ppt e ainda sua 'cola'.

Tsuyoshi Murakami
Não faltou humor na palestra do mestre, chef do premiado Kinoshita, que falou sobre simplicidade. "O futuro é tirar o excesso, ser cada vez mais orgânico e natural", disse. Mura, que anda interessado em assistir cirurgias (em humanos!), falou sobre o estômago: "Tão pequeno, branquinho, parece um ursinho de pelúcia molhado... e a gente coloca tanta merda nele!". E finalizou: "galera, vamos respirar, comer devagar e sentir".

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Prêmio Comer & Beber: Padaria

Ficaram faltando alguns posts sobre o Prêmio Comer & Beber - já escritos e nunca publicados, vai saber. Aí vai (e perdoem a demora).

***
Haja pão! Precisávamos visitar três lugares de cada categoria, mas acabei indo em 7 padarias. Votei na vencedora: Marie Madeleine Boutique Gourmet. Nem sei explicar o que senti quando dei a primeira mordida no melhor croissant da cidade... Desmanchou na boca, lindamente leve e amanteigado.Provei também os mini-pães de queijo, saídos no forno naquela hora. E o bostock, um brioche passado na calda de amêndoas, que é uma coisa dos céus! O serviço extra gentil me conquistou também: fizeram questão de explicar cada pão, dar ótimas sugestões, e ainda trazer três pãezinhos de queijo quentes...
Julice: eu e minhas amigas temos até o bordão "Julice arrasa!". Ela arrasa. Os pães são sensacionais: de gorgonzola, linhaça, calabresa, provolone com figo, azeite, os croissants, o de amêndoa com chocolate... Na visita para a Vejinha, fui tomar café da manhã e escolhi uma das "cestas", com três pães, manteiga e geleia, suco e café com leite.
Atualização 2012: o atendimento realmente anda precisando de ajustes. Confusão na fila para pegar mesa, para escolher pão, para pagar. Garçons despreparados em entender ou explicar o que se pede. Vamos acompanhar.
Le Pain: Ótima surpresa. Fica entre uma padaria artesanal e as grandes, com bom buffet de café da manhã, atendimento OK e boas opções de lanches rápidos. O ambiente é bem agradável, tem bastante mesas.

Pain et Chocolat: Se Moema não for contramão para você, vale passar por ali - eu não tinha escolhido para visitar, mas acabei indo meio por acaso. O atendimento foi super gentil. Os pães são bons, mas nada de tirar o fôlego.

Blés D'Or: aqui, uma decepção - acontecem às vezes, né? Uma amiga tinha tomado um café da manhã incrível dias antes, e me empolguei. Chegamos por volta das 11h, estava cheio, mas não demoramos a conseguir mesa. Não íamos de buffet (só neste sábado visitamos 8 lugares diferentes), e não conseguíamos ninguém para anotar o pedido. Finalmente, pedimos - depois vi que tinha um chá que queria, mas a moça me disse que não tinha mais (Gourmet Tea, que adoro).

Pain de France: Outra decepção. Pelo endereço (Pinheiros) esperava algo mais charmoso e mais cuidado, tanto na comida como no ambiente e serviço. É daqueles lugares que você não sai triste, tampouco satisfeito.

Visitei também London, que já falei aqui, e Santa Ettienne. Ambas boas, cheias de opções, com serviço razoável para bom.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Aniversário de SP: roteiro

Ah, que lindo, São Paulo faz aniversário. Apesar de não ser exatamente uma fã desta cidade, tenho que admitir a qualidade gastronômica dos lugares que temos por aqui... Os melhores pães, doces, pães de queijo e coxinhas, os sandubas de pernil, as feijucas, até os botecos!, os pastéis de feira, as feiras... Em SP come-se muiiito bem. Aproveitando o ensejo (e o feriado, claro), fiz um roteirinho de lugares que valem a visita. E o melhor: eles são meus queridinhos também porque são fáceis de chegar, de estacionar o carro (não necessariamente pagando R$20 de valet, o que acho surreal), têm preços justos e atendimento impecável (ou quase rs). Por que passar nervoso, stress e sofrer... Isso a gente já faz nos dias úteis.

1. Julice Boulangère
Fica na Vila Madalena, tem pães simplesmente sensacionais, uns combos de café da manhã deliciosos. Além do mais, o lugar é charmoso. Pegue uma mesa no jardim e delicie-se.
Para facilitar: de manhã é tranquilo estacionar pelas ruas arborizadas do bairro, mas é também possível estacionar no mercado em frente (Mambo) que tem preços bem razoáveis.


2. Nou
Se você ainda não provou, pre-ci-sa comer a milanesa com risoto de limão siciliano deste lugar. Delícia! O atendimento é excelente. Às vezes tem espera, mas vale: sente ali fora, peça um suco, você não vai se arrepender. Para a sobremesa, atravesse a rua e vá na...

3. Dama Confeitaria
Prove o mil folhas e o espresso super bem tirado. O lugar acabou de abrir.

OU, na rua de trás, tem a...

4. Brigadeiro Doceria
Precisa dizer muito? Cara de casa de vó, doces dignos de vó, não dá pra se decidir entre as opções de brigadeiro... Minha sugestão é provar um brigadeiro e um pedaço de outro doce, tipo a torta de limão ou o bolo prestígio. Demais.
Do Nou e das docerias, atravesse a Faria Lima e chegue ao Instituto Tomie Ohtake, que sempre vale a visita, ou ande até o metrô Faria Lima e desembarque na Luz, quase dentro da Pinacoteca. Ah, no Tomie Ohtake tem o...


5. Santinho
Restaurante da Morena Leite, este é o filho do Capim Santo. Tem buffet de almoço todo dia e chá da tarde.


6. Lanchonete do Estadão
Primeiro porque o sanduba de pernil é servido a qualquer hora do dia. Depois porque é fácil de chegar, de metrô (Anhangabaú ou República) ou de carro - estacione na rua Major Quedinho.


7. London
Na Vila Nova Leopoldina, fica no meio de um bairro basicamente residencial, o que significa: vagas (e segurança). Não é o que se pode chamar de uma padoca barata, mas a coxinha, frita na hora, é maravilhosa. Os lanches também valem a pedida e ainda dá para levar uns bons vinhos e pães para casa.


8. Empanadas
Sim, os nossos botecos também são ótimos! Neste bar, na Vila Madalena, a cerveja é de garrafa, barata, servida em copo americano. Para acompanhar, empanadas de carne, queijo, palmito... todas excelentes. Ou os discos de provolone, crocantes. E vá de metrô + táxi, claro, para tomar mais cervejinhas e não precisar estacionar (ou pagar R$20 - até quando?)


9. Pastel de feira
Ah, as feiras de SP! Uma das melhores é a do Pacaembu (que sim, tem preços altos, mas grande variedade). Lá você encontra a Barraca do Zé, que vive cheia, aceita cartões e tem bons pastéis de carne, queijo e palmito. Aproveite o momento para fazer a feira da semana, testar uns ingredientes novos e fazer uma boquinha. Atenção: às quintas e sábados. Outras dicas de pastel aqui.

10. Delivery gourmet
Por que não, né? Já que a cidade vive de delivery (especialmente nos dias de chuva)... O Lorena 1989 lançou no finzinho do ano passado o serviço. Eu provei a marmitinha, que eles entregam de segunda a sexta, e achei ótima! Vale testar as outras opções do cardápio.


Bom feriado!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Julice Boulangère

Faz tempo que não aparece resenha de lugar de SP por aqui, né? Os últimos posts foram de Atibaia e Pinda, e o festival de sopas do Ceagesp - que acaba logo. Pois hoje é dia de falar de um lugar sensacional: Julice Boulangère.
Aberta em fevereiro em uma casinha na Vila Madalena (em frente ao supermercado Mambo), a casa oferece pães feitos por Julice Vaz, com fermento natural. O ambiente é um charme: mesas externas, quintal com plantas, e no interior - ao lado do caixa - cestas e mais cestas com diversos pães, além de geleias, biscoitos, vinhos e outros produtinhos gourmet. Dá vontade de levar um de cada.
Pedimos o kit de café da manhã: a opção 1 (R$16) traz três pães, manteiga, duas geleias e café - com leite, capuccino ou espresso. Há também o kit 2, kit 1 mais mamão e fatia de bolo; o 3, com mais suco e tortinha de frutas; e o 4: tudo isso mais frios fatiados. Depende da fome!
Para a nossa cestinha pedimos brioche integral, pão de chocolate com ameixa e pão bolinha. Tudo impecavelmente apresentado, com cuidado, sabe? Os pães vieram num 'baldinho' de metal, forrado de guardanapo de pano... charmoso. O atendimento também foi ótimo: com a equipe inteira ocupada, a própria dona veio até nossa mesa tirar o pedido. Na saída, ainda levei um cupcake e um pacotinho de biscoitinhos de limão - o bolinho tinha massa úmida na medida e cobertura consistente mas cremosa. Os biscoitinhos fizeram ótima companhia para o café da tarde. Gostinho de feito em casa!

R. Dep. Lacerda Franco, 536
tel. 11 3097 9144
obs. Fotos reproduzidas do site www.julice.com.br

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Waffle de Pão de Queijo

Eu não gosto muito de passar receita, afinal faço quase tudo na intuição e o que costumo cozinhar é simples, simples.
Mas tem um lanchinho rápido e gostoso que não tem porque não compartilhar: pão de queijo na máquina de waffle. É só bater os ingredientes no liquidificador. Mega fácil. Essa receita é uma mistura de três receitas que encontrei e fui adaptando...

3 ovos
1 1/2 xíc. de leite
1/2 xíc. de óleo
2 1/2 xíc. de polvilho doce
100g de parmesão ralado (pode ser 150g do de pacotinho, mas certamente fica melhor com o fresco, ralado na hora)
1 colher de chá de sal
A massa costuma crescer, então coloque como acima, na foto, deixando uns 'buraquinhos'. Costumo untar com manteiga a máquina, e repetir a cada 3 ou 4 waffles. Um pincel ajuda muito nessa hora. Olha a massa já bem maior:
E o resultado, douradinho:

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Almoço tardio - Marcelino Pan y Vino

Recém-inaugurado na Vila Madalena, o Marcelino Pan y Vino é dos mesmos sócios do Lola Bistrô. A primeira vez fui provar o almoço e o prato do dia era ragu de rabada com polenta mole (é meio moda chamar tudo de ragu, né?). O prato (R$19) estava ótimo, a carne com pouquíssima gordura, um tempero e molho saborosos; a polenta em uma consistência bem cremosa. Agrião, arroz, pimenta biquinho e vinagrete acompanhavam. E, apesar de tudo, o prato era leve - mas bem servido.
Gosto do sofazinho de lá de dentro (foto divulgação)


De sobremesa, pavê de sonho de valsa (R$11). Tentei contar quantos bombons haviam na taça, e não consegui. Eram muitos. Achei o máximo servir água em jarra, sem cobrar. Elimina as garrafinhas plásticas e, caso você não faça questão de Perrier ou Panna, é água filtrada. E ponto. Eu, que sempre tomo muita água, adorei a prática e vejo que outros lugares também estão adotando o costume...


Voltei no Marcelino domingo retrasado. Eram mais de 17h e queria algo fácil, mas saboroso, e, por causa do friozinho, aconchegante também. Pedi o tão falado Bolo de Caco (R$13,50) - e é realmente sensacional. A receita é portuguesa, à base de batata doce. O pão é servido com azeite, manteiga de ervas e um salzinho com nozes e castanhas. Depois, croque monsieur (R$18), o clássico sanduíche francês. Era tudo o que eu precisava naquela tarde. Quentinho, chegou à mesa em um prato fundo charmoso, antiguinho, com batatas fritas grandes, acomodadas em uma daquelas "canecas" de metal, usadas para pegar alimentos a granel. Demais.
Suco de abacaxi e maracujá (R$4,50), naturalíssimos e deliciosos. E água, à vontade. Muito bom.


Da próxima, pretendo dar uma olhada mais cuidadosa na carta de vinhos. Eles têm uma grande adega e alguns rótulos podem ser pedidos em taça.

Rua Girassol, 451 - Vila Madalena
tel. 11 3034 0461